Ir para o conteúdo
Split Risk Seguradora

Como criar um seguro e estruturar uma operação do zero

Criar um seguro não começa pelo produto: começa por entender um público e um risco. Depois vêm o desenho do produto, a parceria com uma seguradora que assuma esse risco e registre o produto, a estruturação operacional, a tecnologia de cotação e emissão, a distribuição e o acompanhamento dos indicadores. Nenhuma empresa precisa se tornar seguradora para percorrer esse caminho.

Por Equipe Split RiskPublicado em Atualizado em

A jornada, etapa por etapa

  1. 01

    1. Oportunidade

    Qual problema real do cliente o seguro resolve e por que agora.

  2. 02

    2. Público

    Quem exatamente será segurado, com que perfil e em que contexto.

  3. 03

    3. Risco

    O que pode dar errado, com que frequência e com que impacto financeiro.

  4. 04

    4. Produto

    Coberturas, limites, exclusões, franquia e preço-alvo compatível com o público.

  5. 05

    5. Estrutura

    Definição dos papéis, responsabilidades e do enquadramento adequado da operação.

  6. 06

    6. Seguradora

    Parceria com a companhia que assume o risco, registra o produto e emite a apólice.

  7. 07

    7. Tecnologia

    Cotação, emissão, cobrança e gestão integradas aos sistemas do canal.

  8. 08

    8. Distribuição

    Onde e quando a oferta aparece, com que mensagem e por qual canal.

  9. 09

    9. Operação

    Atendimento, dúvidas, documentos, cobrança e fluxo de sinistro.

  10. 10

    10. Lançamento

    Piloto com escopo controlado, medindo cada etapa da conversão.

  11. 11

    11. Evolução

    Ajuste de preço, cobertura, mensagem e jornada com base nos dados.

Quanto custa criar uma operação de seguros?

O custo depende do quanto é novo. Usar um produto já registrado com integração enxuta é um investimento de ordem completamente diferente de desenhar um produto inédito, com precificação própria e integração profunda em múltiplos sistemas. Os principais componentes de custo são: desenho técnico do produto, integração tecnológica, estruturação operacional e o esforço comercial de lançamento.

Quanto tempo leva?

Também varia com o escopo. O que mais alonga o cronograma costuma ser o registro de um produto novo, a profundidade da integração técnica e a maturidade dos processos internos do parceiro. Um diagnóstico inicial consegue transformar isso em um cronograma concreto em vez de uma estimativa genérica.

Quem faz o quê

FrenteEmpresa parceiraSeguradora
Conhecimento do públicoPrincipalApoio
Desenho do produtoParticipaConduz tecnicamente
Risco e apóliceResponsável
Jornada e canalResponsávelApoio
Tecnologia de emissãoIntegraFornece
SinistroEncaminhaRegula e indeniza

Quer transformar isso em um plano?

O diagnóstico inicial define escopo, modelo, cronograma e o que é necessário de cada lado.

Solicitar diagnóstico

Perguntas frequentes

Preciso criar uma seguradora para ter um seguro próprio?
Não. O caminho usual é apoiar-se em uma seguradora autorizada, que assume o risco e emite a apólice, enquanto a empresa parceira participa do desenho do produto e da distribuição.
Posso usar um produto que já existe em vez de criar um novo?
Sim, e costuma ser o caminho mais rápido para validar a oportunidade. Produtos novos fazem sentido quando o público tem características que os produtos disponíveis não atendem bem.
O que mais atrasa um projeto desses?
Falta de definição sobre o público e o risco, escopo aberto demais no primeiro lançamento e dependências de integração não mapeadas no início.

Conteúdos relacionados