Como funciona a remuneração de uma operação de seguros
A receita de quem distribui ou gerencia uma operação vem de uma parcela do prêmio pago pelo cliente, definida em contrato com a seguradora. O valor depende do produto, do ramo, do custo de aquisição, do resultado técnico esperado e do papel que cada parte exerce. Não existe um percentual padrão de mercado válido para qualquer caso.
De onde vem a receita
- Parcela do prêmio destinada à distribuição, quando há corretagem envolvida.
- Remuneração pela gestão da operação, quando a empresa atua como MGA.
- Componentes variáveis ligados ao resultado técnico, quando previstos em contrato.
O que influencia o valor
- Ramo e produto: estruturas de custo e de risco muito diferentes entre si.
- Quem assume quais funções: precificação, atendimento, cobrança, regulação de sinistro.
- Custo de aquisição do cliente no canal usado.
- Sinistralidade observada ao longo do tempo.
- Volume e previsibilidade da carteira.
O que precisa estar no contrato
- Base de cálculo e momento do reconhecimento da receita.
- Tratamento de cancelamentos, estornos e inadimplência.
- Responsabilidades operacionais de cada parte.
- Regras de reajuste e de revisão periódica.
- Condições de encerramento e destino da carteira.
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Falar com a Split RiskPerguntas frequentes
- A receita é recorrente?
- Em produtos de vigência continuada com cobrança mensal, a receita tende a se repetir enquanto a apólice estiver ativa. Em produtos de vigência curta, ela acompanha cada nova contratação.
- Existe investimento inicial?
- Depende do arranjo. Há custos de estruturação, integração e operação, tratados no artigo sobre quanto custa criar uma operação.
