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Split Risk Seguradora

API de seguros: como funciona a integração de cotação e emissão

Uma API de seguros permite que o seu sistema cote e contrate um seguro sem tirar o cliente da sua jornada. O fluxo típico tem três chamadas: cotação, que devolve preço e coberturas a partir do contexto; contratação, que formaliza a escolha; e consulta, que devolve a apólice e o status. Tudo acontece a partir do seu backend, com os dados que você já tem.

Por Equipe Split RiskPublicado em Atualizado em

O fluxo típico

  1. 1O seu sistema envia o contexto mínimo necessário (o que está sendo comprado ou contratado, e o perfil relevante).
  2. 2A plataforma devolve as opções aplicáveis, com preço e resumo de coberturas.
  3. 3O cliente escolhe e confirma dentro da sua interface.
  4. 4O seu sistema solicita a contratação e recebe a confirmação e os documentos.
  5. 5Consultas posteriores trazem status, apólice, renovação e cancelamento.

Boas práticas na integração

  • Usar chave de idempotência na contratação para evitar emissão duplicada.
  • Tratar timeout de forma explícita: o cliente não pode ficar sem resposta.
  • Registrar o identificador da apólice do lado do parceiro para conciliação.
  • Validar dados antes de enviar, reduzindo recusas evitáveis.
  • Testar o fluxo completo em ambiente de homologação antes de publicar.

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Perguntas frequentes

A API funciona para qualquer produto de seguro?
O escopo depende dos produtos habilitados para a operação. A definição do que será exposto faz parte do desenho do projeto.
Existe ambiente de testes?
Sim, integrações produtivas são precedidas de homologação. Detalhes de acesso são tratados no início do projeto.

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