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Split Risk Seguradora

Seguros para transportadoras e frotas: proteção conectada à operação

No transporte, o risco já é parte da rotina: veículo, carga, motorista e prazo. Empresas do setor costumam ter dados operacionais detalhados — rotas, telemetria, histórico de ocorrências — que ajudam a desenhar produtos mais aderentes. Estruturar uma operação própria permite oferecer proteção a agregados, embarcadores e parceiros com a marca da empresa, em vez de apenas contratar seguro para si.

Por Equipe Split RiskPublicado em Atualizado em

O contexto do setor

  • Margens apertadas e alta sensibilidade a custo operacional.
  • Rede de agregados e parceiros que já dependem da empresa para operar.
  • Dados de rota, telemetria e ocorrências disponíveis internamente.
  • Exigências contratuais de embarcadores sobre proteção da carga.

Onde o seguro se encaixa na jornada do cliente

  1. 01

    Credenciamento do parceiro

    Momento em que requisitos de proteção já são verificados.

  2. 02

    Planejamento da viagem

    Rota, carga e prazo definem o perfil de risco daquele trecho.

  3. 03

    Operação

    Acompanhamento e acionamento de assistência quando necessário.

  4. 04

    Fechamento e recorrência

    Renovação por período ou cobrança por viagem, conforme o modelo.

Produtos que costumam fazer sentido

  • Coberturas ligadas ao veículo e à sua utilização comercial.
  • Proteções associadas ao transporte da carga.
  • Assistências operacionais, como socorro em estrada.

Como a operação costuma ser montada

  • Uso dos dados operacionais próprios no desenho e na precificação, junto com a seguradora.
  • Contratação integrada ao sistema de gestão de viagens ou ao portal do agregado.
  • Cobrança por período ou por viagem, conforme o produto.
  • Atendimento de primeira linha pela própria empresa, com suporte da seguradora.

Exemplo ilustrativo

Desafios típicos deste setor

  • Base de parceiros com cadastro incompleto.
  • Sinistralidade sensível a rota e a tipo de carga.
  • Necessidade de atendimento ágil durante a viagem.

Como iniciar um projeto

  1. 1Mapear o volume e o perfil da base atual.
  2. 2Escolher um único momento da jornada para a primeira oferta.
  3. 3Definir o produto e o preço-alvo compatíveis com esse momento.
  4. 4Integrar a cotação e a emissão ao canal escolhido.
  5. 5Lançar um piloto medido e ajustar antes de ampliar.

Quer avaliar o seu caso?

Analisamos a sua jornada e indicamos o modelo mais adequado ao seu setor.

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Perguntas frequentes

Dá para usar os dados de telemetria na precificação?
Dados próprios podem enriquecer o desenho e a análise técnica do produto, sempre respeitando a LGPD e mediante avaliação da seguradora. A precificação final é técnica e depende do produto registrado.
A transportadora pode oferecer seguro aos agregados?
Existem arranjos em que a empresa atua como canal e gestora da operação, com a corretagem exercida por parceiro habilitado e o risco assumido pela seguradora. O desenho depende do caso.

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