Seguros para ERPs: receita recorrente dentro do sistema de gestão
Um ERP concentra o que uma operação de seguros precisa: dados cadastrais do cliente, histórico de operação e, principalmente, o momento em que o cliente empresário assume obrigações — emitir nota, fechar contrato, contratar frete. Integrar a oferta de seguro ao ERP transforma o sistema de gestão em canal de distribuição, com receita recorrente que não depende de vender mais licenças.
O contexto do setor
- O modelo de assinatura tem teto definido pelo número de licenças.
- O sistema já guarda os dados necessários para uma cotação.
- O cliente acessa o ERP todos os dias e confia nele como ferramenta de trabalho.
- Muitos clientes do ERP são pequenas empresas mal atendidas pelos canais tradicionais de seguro.
Onde o seguro se encaixa na jornada do cliente
01
Rotina de gestão
O cliente emite nota, fecha contrato ou agenda uma entrega dentro do sistema.
02
Gatilho no fluxo
O próprio lançamento indica um risco novo: uma venda, um frete, um funcionário.
03
Contratação
Cotação automática com os dados já cadastrados e poucos campos para confirmar.
04
Recorrência
Cobrança junto da assinatura ou do fluxo financeiro do próprio ERP.
Produtos que costumam fazer sentido
- Proteções patrimoniais de pequenas empresas, com contratação simples.
- Coberturas ligadas à operação: transporte de mercadoria, responsabilidade profissional.
- Assistências úteis à operação diária do cliente empresário.
Como a operação costuma ser montada
- Cotação e emissão por API, dentro da interface do sistema.
- Reaproveitamento do cadastro do cliente, sem redigitação.
- Marca do ERP na experiência, com a seguradora identificada no produto.
- Painel de acompanhamento para o time de customer success.
Exemplo ilustrativo
Desafios típicos deste setor
- Cadastros antigos e incompletos na base de clientes.
- Roadmap de produto disputado: a integração precisa de patrocínio interno.
- Comunicar ao cliente que a oferta vem de uma operação de seguro real, com condições próprias.
Como iniciar um projeto
- 1Mapear o volume e o perfil da base atual.
- 2Escolher um único momento da jornada para a primeira oferta.
- 3Definir o produto e o preço-alvo compatíveis com esse momento.
- 4Integrar a cotação e a emissão ao canal escolhido.
- 5Lançar um piloto medido e ajustar antes de ampliar.
Quer avaliar o seu caso?
Analisamos a sua jornada e indicamos o modelo mais adequado ao seu setor.
Falar com a Split RiskPerguntas frequentes
- É possível cotar sem pedir nada ao cliente?
- Parte da cotação pode usar os dados já cadastrados. O que faltar é pedido na hora, em poucos campos. O que é obrigatório depende do produto e da seguradora.
- O time de customer success precisa entender de seguro?
- Não para o dia a dia. A operação é desenhada para que o sistema apresente a oferta; o suporte especializado fica com a seguradora e os parceiros da operação.
